• Enxertos ósseos alógenos: este enxerto é caracterizado por ser retirado da estrura óssea bovina, e que pode ser utilizado em conjunto com o tecido humano do paciente ou isoladamente. Como grande diferença relativamente aos enxertos ósseos citados a seguir, está o tempo de duração que pode ser superior em cerca de meio ano, da a sua plena integração ao corpo humano.
  • Enxertos ósseos indutores: este é o mais recente avanço nesta área da implantodontia/odontologia. Os investigadores da área recentemente conseguiram isolar aquela que é a principal proteína para a regeneração dos tecido ósseo humano, e os últimos avanços desta área da ciência estão a permitir regenerar esta componente do tecido humano, evitando assim o recurso às cirurgias de enxertos aqui mencionadas
  • Enxertos ósseo autógenos: este é o enxerto ósseo mais utilizado, é retirado do seu próprio organismo, e onde o material ósseo a ser colocado na zona onde o paciente vai receber o implante dentário, normalmente, da zona da bacia quando a cirurgia é de grandes dimensões, ou superiores da zona da mandíbula quando a intervenção é de reduzidas dimensões (um ou dois dentes apenas).  Isto acontece quando é necessário recorrer a outras zonas do corpo que não a mandíbula para retirar material ósseo, e está cirurgia é realizada em um hospital.
  • Enxertos ósseos homogéneos: este tipo de enxerto ósseo não é tão utilizado devido aos custos, mas é sem dúvida aquele que mais pacientes preferem fazer, e por vezes não o fazem devido ao facto de ter um preço mais elevado, pois são enxertos onde não é necessário retirar material ósseo do próprio paciente, pois o mesmo provém dos bancos de tecidos humanos, que processam este e outros tipos de material humano, tano para a odontologia como para outras áreas da medicina.