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O fator mais importante a ser considerado em relação ao paciente é que ele tenha um bom estado geral de saúde. Se há algum problema sistêmico (diabetes, cardiopatias, pressão alta) descompensado, o implante não pode ser feito. “Se a pessoa tem algum desses problemas, ela deve consultar um clínico geral para que estabilize o estado de saúde, e assim fique clinicamente apto para a colocação do implante”, diz o cirurgião-dentista Mario Groisman, membro da Academia Americana de Periodontia, e autor do livro Reconstrução e Estética com Implantes: Uma Abordagem Clínica.

 

Caso o paciente faça uso de algum tipo de medicamento, como hormônios (para reposição hormonal) ou anticoagulantes, o dentista também precisa saber. Isso porque os primeiros podem interferir na cicatrização óssea, e os segundos aumentam sangramentos. 

 

Pacientes que fumam também são passíveis de terem complicações, pois o tabagista tem uma mucosa menos vascularizada e substâncias químicas em contato com o tecido gengival, o que causa aquecimento da gengiva. A consequência disso é um processo de cicatrização desfavorável. Uma dieta de fumo pode ser indicada dias antes e depois do procedimento. 

fonte: terra

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